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  Edição 33  
  Voto consciente e a certeza de dever cumprido  
 

 Foto: A Crônica

 

A palavra voto origina-se do latim voluntas que é sinônimo de vontade. O voto é a forma legal de escolher quem nos representará politicamente e o alistamento eleitoral é condição indispensável ao exercício da cidadania, já que por meio dele, o cidadão torna-se eleitor.

 
 

No Brasil, o alistamento é obrigatório aos maiores de 18 anos, e facultativo aos analfabetos e aos maiores de 70 anos. É facultativo também aos maiores de 16 e menores de 18 anos, e vedado aos estrangeiros e aos jovens recrutados para o serviço militar obrigatório.

Neste ano teremos as eleições para Presidente da República, senador, governador, deputado federal e deputado estadual. Por isso, é necessário que saibamos o que representam e a função de cada um deles.

Quando votamos, delegamos nossas funções para outras pessoas. Alguém que julgamos que vá nos representar muito bem no plenário. Alguém que lute por nossos direitos.

Diante deste quadro de politicagem, mensalões e sanguessugas, temos que mudar nossa maneira de votar. Candidatos a político, há muitos, mas fazer política em favor do povo são poucos.

Os deputados estaduais vão levar para a Assembléia Legislativa projetos de leis que beneficiem nosso Estado. E os deputados federais vão criar novas leis e votar junto com os senadores os projetos e as novas leis, e executá-las. E temos o poder Judiciário, que interpreta as leis e dá seu veredito.

Já o Presidente vai representar o país perante os demais países do mundo.
Não podemos nos esquecer que os senadores representam o “Grande Pai”. É o senador quem vai vistoriar tudo que o presidente faz, e para onde vai nosso dinheiro.

Ciente do quadro de responsabilidade de cada candidato eleito, precisamos eleger alguém que seja nosso espelho, que tenha os mesmos ideais, que veja o país da mesma forma que nós, que suas necessidades também sejam as nossas, e que suas propostas fechem com nossos objetivos de vida.

Alguém que seja leal, íntegro, verdadeiro, que saiba o que é ter moral; alguém de quem eu vá me orgulhar em ter votado. É preciso verificar se ele já atuou em algum período como político e quais foram seus feitos.

E se ele for candidato pela primeira vez, é necessário examinar seus projetos. E além disso, temos que analisar os ideais do partido ao qual pertence o candidato, e quais suas filosofias.

Não podemos dar nosso voto a alguém que pertença ao bando de corruptos, alguém que seja filho do suborno. É preciso ter consciência de que o voto é muito precioso, dele depende nosso futuro, o futuro de uma nação, futuro do nosso Brasil. No próximo dia 1º de outubro esteja consciente de que um futuro melhor para nosso Estado e nosso País está em nossas mãos.

 
     
 
 

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