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brigados a conviver com várias
doenças, como de pele e tuberculose, e entre fezes e
lixo.
Assim tem sido o dia-a-dia dos 170 presos do DPJ de
Vila Velha, que dividem os seis cubículos destinados
a apenas 34 detentos. A situação é tão preocupante
que levou o próprio chefe do DPJ, Luiz Neves de
Paula, a comunicar o problema ao Conselho Municipal
de Segurança.
Descaso
O presidente da Associação dos Investigadores de
Polícia Civil (Assinpol), Antônio Fialho Junior,
denuncia o desinteresse do governo do Estado, que já
foi comunicado inúmeras vezes sobre a situação dos
presos, por meio de documentos, mas nada faz para
amenizar os problemas.
Diante disso, a Assinpol preparou um relatório
contando o descaso do Governo com a população
carcerária do Estado durante os últimos oito anos,
que será enviado à Anistia Internacional e Direitos
Humanos. |
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