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Quando o assunto é aposentadoria, a imagem
que se tem é de uma vida de trabalho em
troca de poucos trocados que não serão
suficientes para a conta da farmácia quando
a idade chegar. Mas a visão da terceira
idade não precisa ser de privações e
dificuldades, é importante dar a devida
importância à aposentadoria antes que ela
seja uma necessidade.
No entanto, a situação parece estar mudando.
Segundo uma pesquisa realizada pelo IBGE em
2003, 62,5% dos brasileiros possuíam
proteção social. Como explica o economista
Antônio Marcus Machado, o valor é
significativo. “Em um país onde a economia
informal é tão expressiva, temos mais de 60%
da população segurada é um excelente
resultado. Hoje em dia o mercado está
aquecido e as opções são muitas”, explica.
INSS versus Previdência Privada
Aí que entra a dúvida dos trabalhadores:
dentre tantas opções, qual a maneira mais
vantajosa de garantir um futuro
financeiramente confortável?
“O INSS está falido e a tendência é piorar,
não só aqui, mas até em países desenvolvidos
como Estados Unidos e França. Por isso, a
previdência privada se torna uma prioridade
no orçamento, assim como a conta de
energia”, orienta Antônio Marcus.
Os planos de previdência privada oferecem
diversas opções de planos. Quanto mais tempo
o trabalhador contribuir, menos ele
precisará desembolsar por mês para obter uma
boa aposentadoria no futuro – por isso que a
máxima do “quanto mais cedo, melhor” se
aplica perfeitamente.
O ideal seria que os pais começassem um
plano privado para seus filhos já a partir
dos 10 anos de idade, mas isso nem sempre é
possível. No caso de iniciar o investimento
na vida adulta, a recomendação é que se
comece a agir na faixa dos 30 anos, quando
se está mais próximo de estabilidade tanto
financeira quanto pessoal.
O plano de saúde perfeito
Para os precavidos que já vivem na “melhor
idade” e podem desfrutar de uma boa
aposentadoria, o economista tem duas
sugestões: “Viaje muito e estude coisas
novas. Não existe plano de saúde melhor.
Mantém a cabeça ocupada, afasta estresse e
riscos de doenças”.
O cuidado fica apenas por conta dos
empréstimos e financiamentos consignados
para aposentados e pensionistas. “Mesmo que
os juros sejam baixos, é uma forma de jogar
sua aposentadoria no lixo e perder a
autonomia do seu próprio dinheiro”, alerta
Antônio Marcus. |
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