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Edição 45
PDT de Vila Velha realiza debates públicos para definir candidato a prefeito
 

O Partido Democrático Trabalhista (PDT) de Vila Velha decidiu promover uma série de debates públicos onde moradores e setores representativos da sociedade do município irão contribuir para a escolha do candidato a prefeito do partido. A decisão partiu de uma reunião da Executiva municipal, realizada nessa terça-feira (08).

Os debates funcionarão como uma espécie de sabatina, onde cada candidato será questionado por representantes de diversos setores da sociedade, líderes comunitários e formadores da opinião pública capixaba, sobre diversos assuntos referentes ao município.

Debates

Serão realizados quatro debates públicos no Colégio Marista, no Centro de Vila Velha, e os pré-candidatos foram divididos em duplas para garantir que cada um deles tenha tempo suficiente para expor suas idéias. O PDT tem oito pré-candidatos a prefeito em Vila Velha e realizou um sorteio para decidir a participação de cada um.

Os debates serão abertos a todos e as datas já foram definidas na reunião da Executiva do partido. Eles acontecem nos dias 18 e 25 de fevereiro e nos dias 17 e 24 de março, sempre às 19 horas. No primeiro dia teremos a participação do vice-prefeito Maurício Gorza e a diretora do Inocoopes e pedagoga Marilydia Varejão.

No dia 25 de fevereiro, será a vez do ex-vereador do município, Dionísio Ruy Jr. e do advogado e servidor público Osmar Matos. A terceira dupla fica para o dia 17 de março, com a presença dos pré-candidatos Euclério Sampaio e Antônio Marcos Machado, o primeiro deputado estadual e o segundo secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo de Vila Velha. Para fechar o ciclo de debates o também secretário municipal de Vila Velha, professor Roberto Belling, da pasta da Educação, participa da sabatina, junto com o ex-secretário de Administração do município e atual assessor do Ministério do trabalho, Iranilson Casado.

A executiva do PDT diz não ter pressa na escolha do candidato e acredita que os debates públicos serão necessários, já que o quadro de pretendentes à sucessão está forte, por isso a decisão não pode ser precipitada e deve contar com a contribuição da comunidade, o que o prefeito e atual presidente do PDT municipal, Max Filho, chamou de transição compartilhada.

"As cúpulas partidárias no Brasil se acostumaram a empurrar 'goela a baixo' do eleitorado os nomes em quem o povo tem que votar. A democracia brasileira precisa, urgentemente, ser reformada. A participação da população no processo de escolha dos candidatos nos partidos deveria ser uma prática comum no Brasil, a exemplo de outras democracias mais modernas", comenta Max Filho.

 
 
 
 

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