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O
Partido Democrático Trabalhista (PDT) de
Vila Velha decidiu promover uma série de
debates públicos onde moradores e setores
representativos da sociedade do município
irão contribuir para a escolha do candidato
a prefeito do partido. A decisão partiu de
uma reunião da Executiva municipal,
realizada nessa terça-feira (08).
Os debates funcionarão como uma espécie de
sabatina, onde cada candidato será
questionado por representantes de diversos
setores da sociedade, líderes comunitários e
formadores da opinião pública capixaba,
sobre diversos assuntos referentes ao
município.
Debates
Serão realizados quatro debates públicos no
Colégio Marista, no Centro de Vila Velha, e
os pré-candidatos foram divididos em duplas
para garantir que cada um deles tenha tempo
suficiente para expor suas idéias. O PDT tem
oito pré-candidatos a prefeito em Vila Velha
e realizou um sorteio para decidir a
participação de cada um.
Os debates serão abertos a todos e as datas
já foram definidas na reunião da Executiva
do partido. Eles acontecem nos dias 18 e 25
de fevereiro e nos dias 17 e 24 de março,
sempre às 19 horas. No primeiro dia teremos
a participação do vice-prefeito Maurício
Gorza e a diretora do Inocoopes e pedagoga
Marilydia Varejão.
No dia 25 de fevereiro, será a vez do
ex-vereador do município, Dionísio Ruy Jr. e
do advogado e servidor público Osmar Matos.
A terceira dupla fica para o dia 17 de
março, com a presença dos pré-candidatos
Euclério Sampaio e Antônio Marcos Machado, o
primeiro deputado estadual e o segundo
secretário de Desenvolvimento Econômico e
Turismo de Vila Velha. Para fechar o ciclo
de debates o também secretário municipal de
Vila Velha, professor Roberto Belling, da
pasta da Educação, participa da sabatina,
junto com o ex-secretário de Administração
do município e atual assessor do Ministério
do trabalho, Iranilson Casado.
A executiva do PDT diz não ter pressa na
escolha do candidato e acredita que os
debates públicos serão necessários, já que o
quadro de pretendentes à sucessão está
forte, por isso a decisão não pode ser
precipitada e deve contar com a contribuição
da comunidade, o que o prefeito e atual
presidente do PDT municipal, Max Filho,
chamou de transição compartilhada.
"As cúpulas partidárias no Brasil se
acostumaram a empurrar 'goela a baixo' do
eleitorado os nomes em quem o povo tem que
votar. A democracia brasileira precisa,
urgentemente, ser reformada. A participação
da população no processo de escolha dos
candidatos nos partidos deveria ser uma
prática comum no Brasil, a exemplo de outras
democracias mais modernas", comenta Max
Filho. |