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bendo
cada vez mais atenção. Para amenizar o
problema e garantir à população serviços de
qualidade, vêm sendo realizadas parcerias
entre o Município e os governos federal e o
estadual.
Uma dessas grandes ações, que rendeu a Vila
Velha investimentos de R$ 101 milhões, é
motivo de comemoração para munícipes,
principalmente moradores de regiões como a
região da Grande Terra Vermelha e bairro
Aribiri, conhecidas como áreas de risco
social.
Tais recursos estão previstos no Programa de
Aceleração do Crescimento (PAC) do Governo
Federal para obras de saneamento e
urbanização. Para os bairros que fazem parte
da Bacia do Aribiri o pacote do Governo
Federal reservou R$ 30,5 milhões para
melhorias na região.
Investimentos
Os maiores investimentos, no entanto, foram
para o Projeto Multissetorial Integrado (PMI
– Nossa Terra), região da Grande Terra
Vermelha, que será contemplada com R$ 62,1
milhões, sendo R$ 23,5 milhões do Banco
Nacional de Desenvolvimento Econômico e
Social (BNDES) e o restante, R$ 38,6
milhões, de contrapartida da prefeitura.
O bairro Dom João Batista, também na região
da Grande Aribiri, completa o total de
recursos com outros R$ 8,4 milhões em
investimentos em infra-estrutura.
Para receber os recursos, o prefeito Max
Filho assinou, juntamente com o Ministro das
Cidades, Márcio Fortes, e a presidente em
exercício da Caixa Econômica Federal (CEF),
Clarice Coppetti, um protocolo de
investimentos, no dia 03 de agosto, no
Palácio do Planalto, em Brasília.
Convite
Na oportunidade, o prefeito aproveitou para
convidar o presidente Luiz Inácio Lula da
Silva para conhecer as obras de urbanização
executadas pela prefeitura em Terra
Vermelha. Segundo Max Filho, o presidente
foi bem receptivo ao convite e disse que
virá a Vila Velha para conhecer essas obras.
Todos os projetos do PAC de infra-estrutura
foram selecionados após uma ampla discussão
entre os governos federal, estadual e
municipal, com prioridade para as obras de
grande porte.
A prefeitura tem até o próximo dia 24/09
para assinar o convênio junto ao governo
Federal. Logo após, serão repassados os
recursos e iniciados os processos
licitatórios. Porém, para que isso aconteça
é necessária a liberação da licença
ambiental por parte do Instituto Estadual de
Meio Ambiente (Iema). Caso a assinatura não
ocorra até a data estabelecida, o município
vai pagar uma multa de cerca de R$ 24 mil
pelo atraso. |