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O mês de maio, no Brasil, tem diversos significados. Mês das
noivas, mês da Virgem Maria, e mês das mães.
Celebrado no segundo domingo de maio desde
um decreto assinado em 1932 pelo, então,
presidente Getúlio Vargas, o Dia das Mães se
tornou a data de especial dedicação àquelas
que dedicaram suas vidas ao bem-estar de
suas eternas crianças.
Mas hoje, as mães possuem perfis diversos,
muito diferentes do papel das mulheres das
décadas de 60 ou 70. Com as obrigações
divididas entre família e profissão, a mãe
moderna exerce vários papéis na sociedade.
Mas será que isso resulta em prejuízo na
educação dos pimpolhos?
Para a psicóloga Thaís Caus Wanderley, não
se pode falar em prejuízo na criação, mas em
mudanças significativas nas condições para
se desempenhar o papel de mãe. “Hoje, a
mulher, além da casa e dos filhos, precisa
cuidar de sua vida profissional e de si como
mulher. O número de tarefas aumentou e o
tempo para cuidar diretamente dos filhos
diminuiu. Houve um aumento de práticas
indiretas na criação das crianças, mas a mãe
ainda é aquela que cuida das rotinas e das
necessidades das crianças, mesmo que, hoje
em dia, isso se dê de forma mais moderna”.
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A origem da data comemorativa surgiu
no início do século passado, quando
a jorvem americana Annie Jarvis
perdeu sua mãe e entrou em
depressão. Diante do sofrimento da
jovem, algumas amigas, preocupadas
com sua situação, tiveram a idéia de
perpetuar a memória da mãe de Annie
com uma festa. O resultado foi
positivo e Annie trabalhou para que
a homenagem se estendesse a todas as
mães americanas, vivas ou mortas. Em
1914, a data foi oficializada pelo
então presidente Woodrow Wilson, no
dia 9 de maio. |
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