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    Dinheiro sobrando  
       
   

Não se pode falar em falta de dinheiro em Brasília. Dizem que os analistas políticos que o político brasileiro só trabalha mesmo no final do mandato. Justiça seja feita: não é válido para os que trabalham com seriedade.

Mas se formos recordar o escândalo do mensalão, vimos que não faltou dinheiro em Brasília, pelo contrário, jorrou em tamanha intensidade que deu até para encher malas e cuecas.

Sabe-se que algumas prefeituras estão na fila enfadonha do BNDES na busca de alguns trocados para projetos sociais: que se diga esse projeto parece que fala mais alto o apoio político e não a necessidade do povo carente...

A Grande Terra Vermelha, hoje com um crescimento populacional acima dos padrões brasileiro, o que leva a uma constante nos rumos da administração municipal para fazer frente aos problemas criados naturalmente pelo crescimento da população, precisa com urgência que o presidente da República interfira na liberação dos recursos do PMI (Plano Mutisetorial Integrado) para não só resolver problemas estruturais da região, mas muito mais, dar provas de que o dinheiro em Brasília também pode jorrar para a pobreza e assim melhorar a qualidade de vida tão pregada na campanha do presidente Lula.

Quando a capital Vitória foi incluída num pacote de verbas Federais e recebeu, mesmo sendo uma capital de monstruosa arrecadação, fica a prgunta: Ou será que o governador está por de traz desse presente à capital? Aliás, acho que o povo tem esse direito, porém abordo a questão prioritária por necessidade e não por luxuria. A Grande Terra Vermelha poderia também receber um presente do Governados Paulo Hartung, que deveria interfirir na liberação desses míseros recursos, se levarmos em consideração o que já conseguiu para melhorar a vida dos mais ricos do Estado do Espírito Santo. Vide aeroporto de Vitória, rodovias, etc... A vida sem dúvida é o bem maior que assim entendas os políticos da nossa geração antes que toda a pobreza venha a sucumbir sem assistência.

Aliás, ainda não ficou muito claro, se o presidente Lula foi realmente nesses quatro anos o presidente dos pobres.

Não é nenhuma critica, mas não podemos esquecer os milhões gastos na compra do Aerolula e outros tantos milhões gastos em viagens pelo mundo afora, sem esquecer é claro as toneladas de dinheiro desviado das Estatais.

Senhores leitores do jornal A Crônica, sem dúvidas me refiro a apenas cinqüenta milhões para resolver o problema do povo da Grande Terra Vermelha.
Pelo que estou sabendo, o projeto está encalhado no Tesouro Nacional a espera de um milagre ou que o presidente da República reveja o discurso da campanha passada e transforme algumas palavras em realidade para o povo de Terra Vermelha.

É oportuno alertar que se tal recurso não for liberado até o final do mês de junho, estaremos entrando no período dito Eleitoral e aí, vamos ter que mais uma vez escutarmos o canto do zabelê que diz: Amanhã eu vou, amanhã eu vou e por aí afora.

Paciência tem limites. Preciso recarregar baterias para ouvir mais bobagens nos palanques desse Brasil afora.

 
       
 
 

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