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    Bons prefeitos  
       
   

ALGUNS prefeitos do Espírito Santo foram responsáveis por colocar os populistas na sarjeta. Ser líder é emitir energia positiva. Um prefeito, bom gestor de políticas públicas, deve ser também um executivo vibrante e emitir energia positiva para seus comandados; só assim é possível liderar uma equipe e a transformar em pessoas também vibrantes e com atitudes positivas.

É claro que numa equipe com milhares de funcionários, existem também os pessimistas crônicos, geralmente ligados a gestores do passado e que aprenderam cm eles, a prática do populismo e não se conformam com o sucesso da nova equipe de visão contrária.

É muito fácil nos tempos atuais, separar o pessimista crônico dos membros da equipe vibrante e de pensamento positivo. Vejamos: o pessimista crônico já não tem como se esconder nas repartições públicas sem que seja notado. Ele está sempre de mau humor e de cara fechada; é assim que se apresenta a quem precisa de atendimento. Coitado, acaba rodeado por outros infelizes e não conseguem vencer, e por isso usam sempre a frase: “fingem que me pagam e finjo que trabalho”. O mundo avançou e eles ficaram parados no tempo.

Sabemos que o trabalho de um bom prefeito é pesado e isto porque nos quadros existem os que querem avançar e os que querem viver do passado. Eis a explicação para cargos comissionados, que se diga também deve receber retenção na peneira da busca pela qualidade no atendimento à população.

Um grande prefeito sabe combater o negativismo. Não se deve confundir fundo com barafunda; adoçar os desafios da equipe significa adotar atitude energizante e corajosa diante das dificuldades surgidas no decorrer da administração.
Sabemos, são poucos prefeitos que agem assim. Entendemos a busca pela qualidade do atendimento público, deve estar acima da condição de apadrinhar correligionários que não vibrem com a visão do gestor.

Subordinados precisam estar sempre cientes do desempenho da função pública, coisa que nem sempre é posto em prática nas repartições públicas em geral.
Precisamos ver o serviço público como uma referência da prestação de serviços, e que se diga o contribuinte que paga por isso. Demissão em massa? Ninguém gostaria de passar por esta experiência.

Senhores, é preciso frear o impulso do mau atendimento e atuar com vigor, mesmo que com medidas não muito aceitas pela sociedade num primeiro momento, até porque os lucros virão depois ou os bons líderes sofrerão sempre as conseqüências com perda de energia e de confiança da equipe e do povo em geral.

 
       
 
 

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